terça-feira, 18 de junho de 2013

Planos de aula

Nome do Professor: Simone S. Oliveira
Disciplina: Matemática
Turma: Fundamental
Ano/Série: 6º ano/5ª série
Duração da atividade: 2 aulas
Tema: Razão
Objetivos: Compreender o conceito de razão na matemática, reconhecer e calcular em diversas situações problemas.
Conteúdos envolvidos: Razão e proporção.
Habilidades: Leitura e interpretação de texto, observação de imagem, cálculo de razão e média e realização de medidas.
Justificativa: Despertar a curiosidade do aluno em ralação ao próprio corpo, com a expectativa de que apendam a calcular razão entre duas grandezas.
Material necessário: Lápis, fita métrica, régua, papel, Caderno do aluno volume 3 - 7º ano/6 ª série e Dicionário da Língua Portuguesa.
Desenvolvimento da atividade: Questionar ao aluno o que ele entende sobre a palavra razão, pesquisar no dicionário e explicar aos alunos que esta palavra pode ter diversos significados, mas especificamente na matemática seu significado é a relação entre dois números. Fazer a leitura do texto ”Homem Vitruviano e as razões do corpo humano”, contido no Caderno do aluno, em seguida realizar a atividade proposta completando a tabela indicando as diferentes razões apresentadas no texto. Após esta atividade, propor aos alunos que façam as medidas do próprio corpo com o auxílio da régua ou fita métrica, conforme as medidas mencionadas no texto, completar uma nova tabela e verificar se as razões descritas por Leonardo Da Vince estão realmente presentes no corpo humano. 
Avaliação: Será feita através da resolução de problemas e lista de exercícios.
Recuperação: Exercícios para casa. Desenvolver atividade em dupla, comparando as razões obtidas.



Nome do Professor: Gisele
Disciplina: Matemática
Turma: Fundamental
Ano/Série: 7º ano/ 6º série
Duração da atividade: 6 aulas
Tema: Números e operações
Objetivos: - Introduzir o conceito de números inteiros negativos; 
- Identificar e compreender o uso dos números negativos em situações do cotidiano; 
- Solucionar situações-problema que envolvam números negativos, utilizando-se de diferentes estratégias de resolução. 
Conteúdos envolvidos: Números negativos (conceito) 
- Representação dos números negativos 
- Adição e subtração com números negativos
 
Habilidades: saber realizar, analisar e compreender os números negativos no seu dia a dia.
Desenvolvimento da atividade: 1º passo: Levantamento dos conhecimentos prévios dos alunos sobre a utilização dos números negativos em nosso dia a dia, como termômetro, saldo bancário, altitudes,... (1 aula)
2º passo: propor situações-problemas  a serem resolvidas utilizando a representação dos números negativos. (2 aulas)
3º passo: Aplicar o jogo pega varetas separando os alunos em 4 grupos, por exemplo: amarelas valem -10 pontos, vermelhas valem -5, azuis valem 1, verdes valem 5 e o preto vale 10. O objetivo é somar as varetas que cada um retirar da mesa. Ganha quem obtiver o maior número positivo ou o menor número negativo. Os valores de cada vareta e as regras podem ser alterados de acordo com o aprendizado da turma. Para confeccionar as varetas, pode-se utilizar varetas de pipa, cortando-as em comprimentos iguais (cerca de 25 cm) e, em seguida, pintando-as com tinta guache nas cores indicadas acima. 
Com este jogo, pretende-se que os alunos aumentem sua compreensão e operacionalizem, através da adição e subtração, os números negativos. ( 2 aulas)
Avaliação: Pedir para os alunos inventarem situações-problema envolvendo números negativos individualmente. (1 aula)

terça-feira, 4 de junho de 2013

Depoimentos sobre leitura e escrita

Gisele Marsicano
Professora de Matemática da rede estadual de ensino


O livro para mim é um instrumento que possibilita o conhecimento de vários assuntos, onde nos leva para um desenvolvimento do nosso diálogo com as outras pessoas, trocando experiências para enriquecer ainda mais nossos conhecimentos.

Simone de Oliveira Souza
Professora de Matemática da rede estadual de ensino

Meu contato com a leitura se deu antes de aprender a ler e escrever, mais precisamente antes de entrar no “pré-primário”. Gostava muito de gibis e meus vizinhos tinham vários que ganhavam das patroas de suas mães. Eu gostava muito dos gibis da Turma da Mônica, observava as figuras e ia imaginando a história, quando alguém se aproximava e perguntava se eu sabia ler eu dizia que sim e começava a recitar minhas histórias foleando o gibi como se estivesse lendo, alguns acreditavam ou fingiam que acreditavam para não perder a amiga, outros riam sabendo que eu estava só inventando. Quando finalmente fui alfabetiza entre seis e sete anos de idade, lia tudo que via pela frente, até um jornal que meu pai comprava todos os dias para os seus fregueses do bar lerem enquanto tomavam um “mé” que se chamava “Noticias Populares”. Era um jornal grotesco, lembro que os fregueses comentavam  que se torcessem o jornal sairia sangue. Para mim não importava eu queria era mostrar para o pessoal da rua que eu sabia ler muito bem.  Ao entrar na primeira série primária era uma das melhores alunas, pois já sabia ler e escrever.
                                                                Nas séries iniciais da escola eu era uma criança bastante falante, várias vezes fiquei  de castigo por falar demais ou por estar escrevendo cartinhas, bilhetinhos  em hora inoportuna.  Com o passar dos anos não sei  o que aconteceu me tornei uma pessoa bastante retraída, me refugiava nas leituras. Na minha casa tinha uma coleção de enciclopédia, dicionários onde eu fazia minhas pesquisas escolares e um livro sobre profissões. Também era frequentadora da biblioteca e apesar se ser leitora, não conseguia escrever tinha muita dificuldade em me expressar, odiava fazer redação, houve uma  vez em que tirei A em uma redação cujo tema era a Árvore, não lembro exatamente o que escrevi, mas lembro-me que no final da redação fiz uma citação de um verso  que eu tinha lido em uma enciclopédia de casa, que dizia assim: A se árvore falasse diria por certo assim, criança sou tua amiga peço que zeles por mim! Nossa nunca mais esqueci isso, a redação eu guardei durante anos, pois foi o único A que tirei em redação na minha vida.
                                                                Quando estava terminando a oitava série, precisa decidir que curso fazer, não queria fazer ensino médio porque não sonhava  em fazer  faculdade, arrumar um emprego legal já era um sonho,  a maioria dos meus colegas ou paravam de estudar ou faziam curso técnico ou optam pelo magistério. O que me ajudou a decidir foi o tal livro de profissões que havia na estante de casa onde eu encontrei a descrição da profissão de Contador a qual me julguei de acordo como o  perfil descrito pelo autor, tinha quatorze anos, mas foi através deste livro que resolvi fazer o curso de Técnico em Contabilidade, área em que eu trabalho até hoje.
                                                                Sempre digo que aprendi a escrever na faculdade, pois fui obrigada a perder o medo de escrever de expor minhas ideias, ainda preciso aprender muito, mas sei que evolui bastante. Só após terminar a faculdade é que resolvi dar aulas, pois queria perder o medo de me expor também, por que na empresa onde trabalho como contadora tinha que permanecer compenetrada,  a minha função era e é apresentar os resultados, sem conversar muito.
                                                                Como professora pude me soltar me desraigar de medos que me impediam de interagir com outras pessoas. Hoje me sinto mais segura ao falar, ao escrever  e ao lidar com meus alunos, mas no início não foi fácil, tive que estudar muito, perdi muita noite de sono, por várias vezes pensei em desistir, mas estou aqui. Continuo estudando e procurando fazer o melhor pelos meus e para os meus queridos alunos, pois quero crer que todo sacrifício vale a pena se tem por objetivo, tirar alguém das trevas da ignorância, e trazê-lo para luz da sabedoria.

Edna da Conceição Dimas
Professora de Matemática da rede estadual de ensino

 Durante a minha juventude eu gostava de ler romances como  Sabrina , Júlia , e outros, comprava  e trocava. Até que um dia escrevi para a editora, depois de alguns dias recebi pelo correio o exemplar das primeiras edições encadernado. Isso me motivou a quer ler mais.
Na faculdade a qual estudei, todo ano tinha um festival de musica chamado FEMPOSEC e no meu primeiro ano em mais ou menos deixa pra lá, nossa turma se inscreveu. Um grupo se empenhou em escrever a letra da musica, e o outro com a melodia, depois deram para lermos e dar nossa opinião, e depois decidia qual seria cantada. Para mim isso foi muito importante, ao ler e da minha opinião sincera me aproximou dos meus colegas de classe.
O reforço de português de ajudado muito os alunos aqui na escola a ler e tenho apoiado.
E vocês sabem muito bem que aluno que não sabe lê quer chamar atenção o tempo todo. Bom eu estava numa quinta série e após ter conseguido a duras penas o silêncio da sala, certo aluno se aproxima de mim e diz : Professora arruma minha pulseira, por favor ? Confesso minha vontade sinceramente foi de mandar sentar, mais veio um pensamento é melhor evitar a fadiga e decidi arrumar a pulseira e fiquei observando. Nesse momento o menino me surpreendeu, com essa palavra  ao rodar a pulseira ele disse : Professora eu já sei lê , olha o que está escrito na minha pulseira AMO A MINHA FAMILIA .

Maria da Guia Barbosa de Miranda
Professora de Matemática da rede estadual de ensino

    Meu primeiro contato com  leitura foi em rodas de história, quando a lua estava cheia a noite ficava clara como um dia , então sentávamos na calçada para ouvirmos história contada pelos meus avós e pelo meu pai, segundo eles, chamavam de  história de trancoso, todos nós fazíamos silêncio para ouvir as histórias, eu por exemplo, viajava junto com eles, eles nos envolviam de tal maneira que sempre não ficava em uma só historia, tem história que até contei para o meu filho, porque ficou gravada na memória.
      Já  a escrita, comecei a conhecer as primeiras letras na casa de uma senhora Maria de Jesus, lembro que tinha uma mesa grande e uns bancos de madeira ao redor e todas as crianças sentavam ali para aprender as primeiras letras, meu contato com escola foi em 1976, aos 8 anos, como morávamos na roça, meu pai não tinha casa na cidade, mas mesmo assim decidiu me colocar para estudar na casa de um parente, minha primeira escola lembro até hoje, ali tive contato com outras pessoas, conheci a cartilha e aprendi a ler os primeiros textos. Se não me falha a memória eu  li  uns 150 livros de “faroest” , uns 50 romances de “Júlia e Bianca”, isso na minha adolescência, estes foram os meus primeiros contatos com história escrita
         Adoro ler qualquer assunto, desde que me interesse, mas adoro em particular uma escritora infanto-juvenil: Giselda Laporta, adoro a maneira como ela expõe um assunto muito polêmico de forma simples, como por exemplo,” Espelho Maldito” que trata da Anorexia, que ao lermos nos faz viajar  e aprimorar nossos conhecimentos, levando-os ao envolvimento,   bem como lidar com o problema. Um livro que li e que adorei também foi  “Quem mexeu em meu queijo” mas, para quem quer iniciar no mundo da leitura, eu recomendo o livro “ A ILHA PERDIDA” é maravilhoso. Um dia pretendo escrever a minha trajetória de estudante e confesso que até hoje sou grata ao que aprendi e tento transformar este pouco para os demais, creio que sou ótima contadora de história. Abraço, colegas espero que entendam meu depoimento.

Valeria de Almeida Carvalho
Professora de Matemática da rede estadual de ensino


A leitura pra mim é um dos processos mais importantes na vida de uma pessoa, lembro que quando comecei a ter contato com a leitura, conhecer as letras, as sílabas, quando saia com a minha mãe, queria reconhecer as letras e fazer a leitura mas não dava tempo, pois tinha que juntar as letras para elas formarem as sílabas até chegar nas palavras... era muita coisa e pouco tempo para fazer isso, portanto quando chegava na segunda sílaba já tinha passado... mas não desistia. Hoje vejo uma das minhas filhas, Bianca de 4 anos começando esse processo de leitura e escrita, mostrando as letras que já conhece em todos lugares que ela encontra e escrevendo as que já consegue a todo momento, fico muito feliz, pois sei que é por esse caminho que ela vai ter o mais importante instrumento para dar seguimento a tudo na sua vida.



sábado, 1 de junho de 2013

Responsáveis pelo blog


EDNA DA CONCEIÇÃO DIMAS

MARIA DA GUIA BARBOSA DE MIRANDA

VALERIA DE ALMEIDA CARVALHO

MARIA DE FATIMA FERREIRA DA SILVA

GISELE DE FATIMA MARSICANO

SIMONE DE OLIVEIRA SOUZA